quinta-feira, 25 de dezembro de 2008


Fantasias que envolvem emoções
Sonhos incontáveis em doces noites
Onde acelerava ainda mais meu coração
No inverno, a mais perfeita estação

A canção do coração
Que soa aqui em mim
É ele quem diz a direção
Que você deve seguir

Um acaso que transforma
Um futuro de esperança
Que me surpreendeu
Da mesma maneira de quando se ganha um presente quando criança

Inverno, a estação que me mudou
Em algo que espero não ser temporário
Que me trouxe a melhor das emoções
Que conheci em um doce acaso.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Você pode abrir seus olhos
Para ver o mundo real que o cerca
Ele pode não ser de lindas paisagens coloridas
Mas sim de linhas brancas e pretas

Tentar acreditar no invísivel
É sua mais pura prova de fé
Pois crer no desconhecido
É como andar no escuro a pé

Enxergar as pessoas por dentro
Vale muito mais do que por fora
Pois no lado externo
Somente os olhos são os espelhos da alma

Acredito em poucas coisas
Poucas pessoas
Mas as poucas em que acredito me bastam
Pois são elas que me erguem quando eu realmente preciso.



quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Distância


A distância é a geradora da dor, do sofrimento, da saudade.
Ela faz você sentir-se impotente perto de sua grandeza. Ela acaba com sonhos e ela quebra promessas as vezes.
Ela é a desunião material ou espiritual das pessoas. Gera uma dor sem tamanho, uma ausência que nunca se preenche, um poço sem fundo.
Diante dela, segundos tornam-se anos; dias uma eternidade.
Assim como as borboletas que voam longe das belas estrelas, não tocando o céu.
Borboletas voam, se distanciam, não se reencontram.
Quero sentir o frio aqui dentro; quero de volta minhas borboletas no estômago. Distância, vá embora.