Conte até doze.
Feche os olhos.
Isole a mente.
Volte ao passado próximo.
Doze
Foram os meses que se passaram.
Atribua o que aconteceu em tua vida,
Individualmente, a cada um.
Pense em como estava o céu.
Em como foi o beijo.
Pense na partida.
Pense no desejo.
Doze.
Doze meses foram suficientes?
Pense nisso, porque amanhã vêm
Mais doze.
Chegou a sua chance.
É hora do reinício.
Contagem progressiva.
De um a doze.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Desejos
Gostaria de tocar o céu,
Uma única vez.
Brincar com as nuvens
E senti-las entre meus dedos.
Gostaria de navegar
Por todos os oceanos.
Saltar na mais gélida água
E banhar-me na mais quente de todas.
Gostaria de escalar
Por todas as montanhas do Tibet.
Conhecer monges
E encontrar minha essência.
Gostaria de neste instante tocar
Meus lábios aos teus.
Minha mão unida a tua.
E unir teus sonhos aos meus.
Uma única vez.
Brincar com as nuvens
E senti-las entre meus dedos.
Gostaria de navegar
Por todos os oceanos.
Saltar na mais gélida água
E banhar-me na mais quente de todas.
Gostaria de escalar
Por todas as montanhas do Tibet.
Conhecer monges
E encontrar minha essência.
Gostaria de neste instante tocar
Meus lábios aos teus.
Minha mão unida a tua.
E unir teus sonhos aos meus.
sábado, 22 de dezembro de 2012
3, 2, 1...
Que estranho tudo isso.
O mundo, de repente, ganha um colorido.
Não houveram palavras trocadas.
As coisas começaram do nada.
Há alguma razão?
Eu te respondo, de pronto, que não.
Talvez seja esse mistério
Que possa tornar tudo mais belo.
Soletre-me uma palavra.
Declama uma poesia.
Cante uma música.
Leia esta escrita.
5, 4, 3, 2, 1...
O mundo passando num piscar de olhos.
4, 3, 2, 1...
Acredite em mim, nada é em vão.
O mundo, de repente, ganha um colorido.
Não houveram palavras trocadas.
As coisas começaram do nada.
Há alguma razão?
Eu te respondo, de pronto, que não.
Talvez seja esse mistério
Que possa tornar tudo mais belo.
Soletre-me uma palavra.
Declama uma poesia.
Cante uma música.
Leia esta escrita.
5, 4, 3, 2, 1...
O mundo passando num piscar de olhos.
4, 3, 2, 1...
Acredite em mim, nada é em vão.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Quando você cai.
Eu quis seguir sem sentir o chão.
Deveria ter previsto o impacto.
Um dia a fantasia acaba.
Haviam pedras por todo os lados.
Eu estava em uma elevada altura
Como sempre, eu boba.
Foi tão rápida a queda
Que eu nem sei quando foi minha última respiração.
O céu se distanciou
O chão aproximou-se
Eu não sinto mais nada
Eu não consigo abrir os olhos.
Há tanta dor e tantas lágrimas.
Há tantos gritos.
Eu não sei onde estou.
Então fiquei sem vida.
Deveria ter previsto o impacto.
Um dia a fantasia acaba.
Haviam pedras por todo os lados.
Eu estava em uma elevada altura
Como sempre, eu boba.
Foi tão rápida a queda
Que eu nem sei quando foi minha última respiração.
O céu se distanciou
O chão aproximou-se
Eu não sinto mais nada
Eu não consigo abrir os olhos.
Há tanta dor e tantas lágrimas.
Há tantos gritos.
Eu não sei onde estou.
Então fiquei sem vida.
domingo, 5 de agosto de 2012
Estou dando voltas em torno do meu próprio eixo.
Chegar de onde partiu.
Deparar-se com o que tentas fugir.
Não há para onde fugir.
O jeito é romper o próprio eixo.
Não há ganhos sem perdas.
O tempo fará a diferença.
Mas será uma diferença considerável?
Cansei.
Hora de subir a âncora.
O alto-mar me aguarda.
Chegar de onde partiu.
Deparar-se com o que tentas fugir.
Não há para onde fugir.
O jeito é romper o próprio eixo.
Não há ganhos sem perdas.
O tempo fará a diferença.
Mas será uma diferença considerável?
Cansei.
Hora de subir a âncora.
O alto-mar me aguarda.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
Segredo inconsciente.
Artifícios da mente
Produzindo ideias insensatas
Levando por caminhos obscuros
Onde antes nada o habitara.
Pessoas que emergem do subconsciente
Invadem meus sonhos
Aparecem e permanecem
Perseguem.
Não desejei isso,
diz meu consciente.
Enquanto isso meu inconsciente clama
Por ele.
Meu pequeno segredo
Trancado em minha mente
Eu ainda lembro do sorriso torto
Então me pego pensando nele.
Produzindo ideias insensatas
Levando por caminhos obscuros
Onde antes nada o habitara.
Pessoas que emergem do subconsciente
Invadem meus sonhos
Aparecem e permanecem
Perseguem.
Não desejei isso,
diz meu consciente.
Enquanto isso meu inconsciente clama
Por ele.
Meu pequeno segredo
Trancado em minha mente
Eu ainda lembro do sorriso torto
Então me pego pensando nele.
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