Sinceramente, venho tendo meus colapsos, e em um deles me toquei sobre algo óbvio. O mundo não é uma poesia.
Eu dei um nome ao meu atual caderno de poesias, chama-se "meu livro de mentiras". Mas por quê? É simples a resposta.
O mundo não é tão doce nem tão amargo, ou melhor, ácido ou base. Não há total musicalidade no que sentimos ou que passamos. Talvez um simples fato, ao ser transformado em poesia transforme-se em uma epopeia. Mas também não é mentira o que escrevo.
A verdadeira questão é que já não é fácil compreender o que sentimos, mais difícil ainda é expressar o que se sente de uma maneira bonita.
É nessa parte que o peixe salta para fora do aquário.
Um comentário:
o mundo é o mundo, pode-se ter uma visão poética dele num todo, como te ruma visão seca e objetiva. prefiro a visão poética. :)
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