quarta-feira, 15 de julho de 2009





Traga-me um papel
Vende meus olhos
Caneta na minha mão
Escreva mesmo que em vão.

Libere o que tens
Preso na cabeça
Descarregue tudo o que perturba
Queime em uma lareira.

Desenhos borrados
Letras corridas
Pobres sonhos abandonados
Em meio as feridas

Há uma nova luz que me chama
Veja como eu brilho ao te ver
Olhos que brilham como o sol
Apenas por você.

2 comentários:

Anônimo disse...

Vi seu post do dia 4. Torço muito por você, você sabe! ;] adorei o poema. Um beijo!

Crystyne Gomes disse...

Olhos que brilham como o sol
Apenas por você.