
Há algo que sempre tende a permanecer dentro de cada um. Algo que não se vê, que não se define, mas que sabemos que está lá. Complicado como as coisas são. Elas não têm um sentido, direção e trajetória definidas. Não possuem unidades de medida e nem fórmulas para solucionar-las.
Não há uma garantia de troca, como na alquimia, mas sim de transformação, como Lavoisier já afirmara.
Quanto mais forte eu sinto isso, mais há a tendência de que eu me quebre.
Tenho algo que é meu, e que dele não largo, não por que eu não queira e nem tenha tentado, mas sim por que eu não consigo.
Eu apenas não sei mais o que fazer, fica cada vez mais pesado aguentar.
Há um caos que surgiu com 'isso' que permanece e não se altera.
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