Quando analisamos o que queremos e o que buscamos, achamos divergências. Tudo se relaciona a um futuro, que está a curto ou longo prazo, mas tudo é o amanhã. Não há certeza, apenas expectativas.
Eu penso em novos caminhos, novas estratégias, mas sempre chego ao lugar que é o foco. Tenho programações cronometradas, bem traçadas. Meço os ângulos e a bissetriz, e lá está ele.
Sei que não há como viver em uma bolha de ar, ou um cubo de acrílico, mas tento não me perder (misturar) tanto. Talvez por medo de desviar o foco, ou apenas de ficar sem meus próprios pensamentos.
Divida entre dois mundos, cada qual com sua maneira.
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